RB Asset
Renda Imobiliária

FII Caixa Agências (CXAG11)

O Fundo de Investimento Imobiliário Caixa Agências foi constituído sob a forma de condomínio fechado e tem como objetivo realizar investimentos imobiliários de longo prazo, com foco na aquisição de ativos para gerar renda aos cotistas por meio de contratos de locação. Atualmente, sua carteira é composta por 32 agências bancárias, locadas à Caixa Econômica Federal na modalidade Sale and Leaseback, distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Início do fundo: 30/12/2021
Taxa de administração: 0,58%* a.a. *Sobre o Patrimônio Líquido ou sobre valor de mercado do Fundo
Taxa de Performance: Não há
Cota Patrimonial: R$ 110,55 Ref: Fev/2026
Patrimônio Líquido: R$ 231.160.544 Ref: Fev/2026

Cotação de Mercado

Palavra da Gestão

Data de referência: Fevereiro 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.

Panorama Geral

No mês de fevereiro, as obras de melhorias previstas contratualmente nos ativos do portfólio seguiram em andamento, com monitoramento técnico contínuo e acompanhamento junto aos órgãos públicos competentes, incluindo prefeituras, Corpos de Bombeiros e a Caixa Econômica Federal, garantindo a regularidade e a conformidade das intervenções realizadas.

Principais Indicadores do Mês

Em 17 de março foram distribuídos lucros, apurados segundo o regime de caixa, no valor total de R$ 1,51 milhão, ou R$ 0,72 por cota. A distribuição reflete um Dividend Yield anualizado de 10,95%, com base no fechamento de fev/26 (R$ 78,94 por cota).

A cota negociada no mercado secundário apresentou uma variação de -0,70% ao longo do mês de fevereiro. O volume financeiro negociado ao longo do mês foi de R$ 3,4 milhões, representando um giro de 2,07% em relação ao percentual total das cotas.

O fundo fechou o mês cotado a R$ 165,0 milhões a mercado, que representa um deságio de 28,6% em relação ao seu valor patrimonial. Nestas condições o valor implícito dos imóveis é de R$ 2.832/m².

Breve Panorama Macroeconômico

Em fevereiro, os mercados globais foram marcados por maior volatilidade. Nos EUA, a ata e discursos de dirigentes do Federal Reserve reforçaram preocupações com a persistência da inflação, reduzindo as expectativas de cortes de juros no curto prazo. O período também foi impactado por dúvidas sobre o elevado volume de investimentos em inteligência artificial e pela escalada das tensões geopolíticas, culminando no ataque conjunto de EUA e Israel ao Irã no final do mês. Nesse ambiente, as bolsas americanas corrigiram, com o Nasdaq registrando sua pior queda mensal desde março de 2025.

No Brasil, o destaque positivo foi o forte fluxo de capital estrangeiro para a B3, que somou R$ 15,4 bilhões em fevereiro e R$ 41,7 bilhões no primeiro bimestre, contribuindo para novas máximas históricas do Ibovespa e para a apreciação do real. No campo macroeconômico, os indicadores foram mistos, com melhora na dívida líquida do setor público, enquanto dados de atividade — como produção industrial, vendas no varejo, confiança do consumidor e serviços — vieram mais fracos.

Na inflação, o IPCA de janeiro avançou 0,33%, acumulando 4,44% em 12 meses, ainda dentro do intervalo de tolerância da meta. Já o IPCA-15 de fevereiro surpreendeu negativamente, com alta de 0,84%. O Boletim Focus trouxe leve revisão para baixo nas projeções de inflação para 2026 e expectativa de Selic em 12,00% ao final do período. No mercado de renda fixa, a curva de juros reais apresentou queda ao longo do mês.

Entre as commodities, o petróleo subiu, com o Brent encerrando fevereiro a US$ 72,48/barril, impulsionado pelo aumento das tensões no Oriente Médio. Já o minério de ferro recuou, pressionado pelo feriado do Ano Novo Lunar na China, estoques elevados e expectativas por estímulos econômicos no país.

No mercado local, o Ibovespa encerrou fevereiro com alta de 4,09%, aos 188.787 pontos, acumulando valorização de 17,17% no ano. O dólar recuou 2,16% no mês, para R$ 5,135. Para março, os investidores devem acompanhar a evolução do conflito no Oriente Médio, as decisões de política monetária dos principais bancos centrais e, no cenário doméstico, a crescente influência do ciclo eleitoral sobre os mercados.

Mostrar mais

Informações Básicas

Razão Social
Razão Social FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA AGÊNCIAS
Início do Fundo
Início do Fundo 30/12/2021
Taxa de Administração
Taxa de Administração 0,58% ao ano sobre a Base de Cálculo da Taxa de Administração
Público Alvo
Público Alvo Investidores em Geral
CNPJ
CNPJ 40.189.596/0001-34
Gestor
Gestor RB CAPITAL ASSET MANAGEMENT LTDA
Taxa de Performance
Taxa de Performance Não possui
Encerramento do Exercício Social
Encerramento do Exercício Social 30-jun
Código de Negociação (Ticker)
Código de Negociação (Ticker) CXAG11
Consultor Imobiliário
Consultor Imobiliário RB CAPITAL REALTY INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA
Prazo do Fundo
Prazo do Fundo Indeterminado
Objetivo do Fundo
Objetivo do Fundo Investimento em agências bancárias da Caixa Econômica Federal para geração de renda por meio de locação
Código ISIN
Código ISIN BRCXAGCTF003
Administrador
Administrador OLIVEIRA TRUST DTVM S.A.
Liquidez do Fundo
Liquidez do Fundo Fundo Fechado
Classificação
Classificação Mandato: Renda Segmento de Atuação: Agências Tipo de Atuação: Passiva

Downloads

Nota Importante

Haverá isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte e na Declaração de Ajuste Anual das Pessoas Físicas com relação aos rendimentos distribuídos pelo Fundo ao Cotista pessoa física, desde que observados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (i) o Cotista pessoa física não seja titular de montante igual ou superior a 10% (dez por cento) das Cotas do Fundo; (ii) as respectivas Cotas não atribuírem direitos a rendimentos superiores a 10% do total de rendimentos auferidos pelo Fundo; (iii) o Fundo receba investimento de, no mínimo, 50 (cinquenta) Cotistas; e (iv) as Cotas, quando admitidas a negociação no mercado secundário, sejam negociadas exclusivamente em bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.