RB Capital Renda I FII (FIIP11)
O RB Capital Renda I FII é constituído sob forma de condomínio fechado, com foco em imóveis comerciais não residenciais em todo o território nacional. Atualmente investe em propriedades diversificadas, como lojas, megalojas, centros de distribuição e armazenagem, localizadas em importantes polos econômicos do país. Seu objetivo é gerar renda por meio de contratos típicos e atípicos de locação para empresas nacionais e multinacionais e, evidentemente, ganho de capital pela apreciação dos ativos do portfólio.
Cotação de Mercado
Palavra da Gestão
Data de referência: Abril 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor no último relatório gerencial.
Panorama Geral
No mês de abril, em relação ao ativo Danfoss, o projeto de ligação da rede de esgoto externa foi aprovado pela ARTESP, e a CCR (Motiva) emitiu o termo de autorização para ocupação de faixa de domínio.
No imóvel localizado em Contagem/MG, atualmente locado à Wabtec, seguem programadas para os próximos meses as obras de ajuste nos rufos dos pilares em uma das fachadas laterais do ativo.
Quanto ao ativo em Nova Iguaçu/RJ, após a comunicação de intenção de rescisão contratual pela locatária Pernambucanas, o Fundo mantém em curso o processo de prospecção de novos ocupantes.
Por fim, as ações judiciais envolvendo a antiga locatária Leader permanecem sob acompanhamento da assessoria jurídica do Fundo, e eventuais atualizações materiais serão tempestivamente comunicadas ao mercado.
Principais Indicadores do Mês
Em 15 de maio foram distribuídos lucros, apurados segundo o regime de caixa, no valor total de R$ 1,30 milhão, ou R$ 1,40 por cota. A distribuição reflete um Dividend Yield anualizado de 11,92%, com base no fechamento de abr/26 (R$ 140,99 por cota).
A cota negociada no mercado secundário sofreu uma variação de +4,44% ao longo do mês de abril. O volume financeiro negociado ao longo do mês foi de R$ 9,5 milhões, representando um giro de 7,29% em relação ao percentual total das cotas.
O fundo fechou o mês cotado a 130,7 milhões a mercado, que representa um deságio de 29,5% em relação ao seu valor patrimonial. Nestas condições o valor implícito dos imóveis é de R$ 1.845/m².
O portfólio está 100% ocupado e o fundo apresenta R$ 2,85 milhões de caixa líquido frente suas obrigações.
Breve Panorama Macroeconômico
Em abril, o cenário global foi marcado pela retomada do apetite ao risco, impulsionada pela forte temporada de balanços corporativos, mesmo diante de posturas hawkish dos principais Bancos Centrais e da continuidade da guerra no Irã. Fed, BCE, BoE e BoJ mantiveram suas taxas, enquanto as bolsas americanas avançaram puxadas por tecnologia e IA — S&P 500 (+10,42%) e Nasdaq (+15,29%) renovaram recordes históricos, acompanhados pelo Dow Jones (+7,14%).
No Brasil, o Copom realizou novo corte da Selic, porém sem indicativos sobre as próximas reuniões. O fluxo estrangeiro na B3 foi positivo em R$ 3,1 bilhões, acumulando R$ 56,5 bilhões no ano. O IPCA de março subiu 0,88%, acumulando 4,14% em 12 meses, e o IPCA-15 de abril avançou 0,89%, aproximando-se do teto da meta. O Boletim Focus revisou pela oitava vez consecutiva a projeção do IPCA deste ano, de 4,36% para 4,89%, elevando também a projeção da Selic deste ano de 12,50% para 13,00%. A curva de juros real abriu nos vértices curtos e fechou a partir de 2032, com IMA-B 5 e IMA-B rendendo 1,32% e 1,81%, respectivamente.
O Ibovespa encerrou praticamente estável (-0,08%) aos 187.318 pontos, acumulando alta de 16,26% no ano, após tocar 200 mil pontos na primeira quinzena. O dólar caiu 4,38% frente ao real, encerrando a R$ 4,95 (-9,78% no ano). Nas commodities, o Brent subiu 9,73%, a US$ 114,01/barril, refletindo tensões no Estreito de Ormuz e a saída dos Emirados Árabes da OPEP, enquanto o minério de ferro avançou em menor magnitude, sustentado por sinalizações de estímulos na China. Para maio, a expectativa se concentra em avanços nas negociações de cessar-fogo, fator que pode favorecer nova rodada de apetite ao risco global.
Informações Básicas
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Nota Importante
Haverá isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte e na Declaração de Ajuste Anual das Pessoas Físicas com relação aos rendimentos distribuídos pelo Fundo ao Cotista pessoa física, desde que observados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (i) o Cotista pessoa física não seja titular de montante igual ou superior a 10% (dez por cento) das Cotas do Fundo; (ii) as respectivas Cotas não atribuírem direitos a rendimentos superiores a 10% do total de rendimentos auferidos pelo Fundo; (iii) o Fundo receba investimento de, no mínimo, 50 (cinquenta) Cotistas; e (iv) as Cotas, quando admitidas a negociação no mercado secundário, sejam negociadas exclusivamente em bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.